Áquila 2
King Jim – Manifesto
Lo Que Te Voy A Decir – Não é Não
Punkzilla! – Crise Nacional
Território Antifa – Entre Fardas e Farsas
Herculoid’s – Do Silêncio Seu Grito
Ciro & Os Libaneses – Amazônia em Chamas
Pupilas Dilatadas – O Cara Errado
Cine Baltimore – Limbotrônico
Youngs Die Young – Jogue Fora
Território Antifa – Velhas Raposas da Ditadura
Ciro & Os Libaneses – Antifa
Pupilas Dilatadas – Tempos Inglórios
Cine Baltimore – Kryptonita
Herculoid’s – Mesmos Erros
Lo Que Te Voy A Decir – Vitimismo
Punkzilla! – Nossa Hipocrisia
Youngs Die Young – Mais Que Escuta
MANIFESTO — uma playlist que fala alto, mesmo no silêncio
Há momentos em que a música deixa de ser apenas trilha sonora e se torna trincheira. “Manifesto” nasce desse impulso: reunir vozes, acordes e ruídos que não aceitam o mundo como está. Cada faixa é uma declaração de insubmissão, um gesto de resistência transformado em som.
O ponto de partida é King Jim, com um manifesto que abre caminho para a insurgência. Em seguida, Lo Que Te Voy A Decir deixa claro que não há espaço para retrocessos — “Não é Não” é um recado direto, necessário. O grito segue com Punkzilla!, que em “Crise Nacional” escancara o colapso social, enquanto o Território Antifa expõe a hipocrisia entre “Fardas e Farsas” e relembra as “Velhas Raposas da Ditadura” que ainda rondam o poder.
A fúria encontra poesia em Herculoid’s, que transforma o silêncio em clamor — “Do Silêncio Seu Grito” — e revisita os “Mesmos Erros” de uma sociedade que insiste em repeti-los. Já Ciro & Os Libaneses acendem o alerta com “Amazônia em Chamas” e reafirmam o espírito Antifa, enquanto Pupilas Dilatadas navegam entre “O Cara Errado” e “Tempos Inglórios”, retratando a luta cotidiana contra a alienação.
Entre camadas de som e experimentação, Cine Baltimore mergulha no “Limbotrônico” e em “Kryptonita”, onde a realidade se dissolve em frequências que desafiam o previsível. Youngs Die Young fecha o ciclo com “Jogue Fora” e “Mais Que Escuta”, canções que pedem desprendimento e consciência — escutar aqui é um ato de participação.
“Manifesto” é mais que uma seleção musical: é um espaço de confronto, memória e esperança. Um lembrete de que a arte independente continua sendo o território mais livre — e mais perigoso — para se dizer o que precisa ser dito.
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